Uma caixa preta, uma luva de boxe, uma garrafa poética jogada ao mar, pequenas pedras caindo no rio calmo e, quem sabe, acionando concentricidades. Metáforas pensadas para este espaço híbrido. Processo de “criação literária” (ou talvez não) sui generis e desprovido de maiores conceitos a respeito de si mesmo. Um lugar,  um entre-lugar, um espaço cibernético cujo destino é absolutamente (o) inesperado. Um registro de pensamentos sobre todas as coisas. Um exercício de liberdade de expressão. Um lugar neutro. De uma neutralidade comprometedora. Uma camada neutrínica. Um subterfúgio de “reflexidões”!

O nome